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Termos de Uso de Inteligência Artificial

Última atualização: 21 de setembro de 2026

Este Termo integra os Termos de Uso e o Termo de Tratamento de Dados e disciplina, de forma específica, o tratamento de dados pessoais realizado pelos recursos de inteligência artificial da ClinIAs, operada por PIRACLINIC SISTEMAS LTDA (CNPJ 68.251.592/0001-58), com sede na Travessa Almeida Júnior, nº 365, apto. 1404, bairro Nova América, Piracicaba/SP, CEP 13.417-758 ("Operadora").

O que mudou nesta versão — leia antes de aceitar

A inteligência artificial deixou de ser nossa e passou a ser a do nosso parceiro. É a mudança de fundo desta versão, e ela troca quem trata os dados dos seus pacientes. Três consequências, da que mais pesa para a que mais alivia:

  1. Áudio e imagem do paciente passam a sair da Plataforma. A versão anterior deste Termo prometia, com todas as letras, que arquivo, imagem e áudio não atravessavam — só o texto saía. Não é mais assim: a mensagem que o paciente escreve para o WhatsApp do seu consultório é entregue inteira ao parceiro, com o áudio e a foto que vierem nela, inclusive exame fotografado. Isto é mais exposição do que você assinou antes, e é a primeira coisa a pesar antes de aceitar.
  2. A nossa própria inteligência artificial foi retirada do produto. Deixaram de existir o atendimento automático do balcão, o assistente com quem você conversava sobre a sua operação e o rascunho de evolução a partir da gravação da consulta. Nenhum recurso da Plataforma transcreve áudio hoje — a mensagem de voz chega na conversa como qualquer outra mídia, para uma pessoa ouvir. Saem com eles os subprocessadores que existiam para esse fim (Anthropic e AWS Transcribe) e saem os créditos de IA, que mediam o consumo daqueles recursos e não medem mais nada.
  3. O tratamento por IA deixou de sair do Brasil. A versão anterior descrevia uma transferência internacional para os Estados Unidos, apoiada em cláusula contratual (LGPD, art. 33, II, "a"). Ela acabou: o parceiro trata os dados em território nacional, e a seção 3 passou a registrar a ausência da transferência em vez de descrevê-la.

Os três itens são o mesmo movimento visto de ângulos diferentes, e nenhum deles compensa o outro: o dado deixou de atravessar a fronteira e passou a atravessar em mais formatos, para um terceiro que a versão anterior não mencionava. Leia as seções 2, 4 e 5 antes de decidir.

A quem este Termo se aplica

Somente às contas com ao menos um módulo de inteligência artificial ativo, e somente a partir do momento em que esse módulo é ativado. Na prática, hoje, é a conta que ativou o repasse das mensagens de WhatsApp ao parceiro. Quem não usa IA não é alcançado por este Termo, e nada aqui altera o uso do restante da Plataforma.

Quem aceita é o profissional titular da conta. Atendentes não aceitam este Termo: o que se decide aqui é como os dados dos pacientes serão tratados, e essa é uma decisão do controlador — não de quem opera a agenda em nome dele.

Enquanto este Termo não estiver aceito na versão vigente, a conta com IA fica bloqueada para novas ações. A leitura continua liberada — agenda, prontuário, financeiro, documentos e mensagens seguem à vista —, mas registrar, alterar ou excluir exige o aceite. E nada é entregue ao parceiro antes dele: o aceite é conferido a cada entrega, não uma vez no começo.

O bloqueio alcança apenas quem TEM inteligência artificial na conta. Conta sem IA não vê este documento e não é afetada por ele.

O aceite é do profissional titular. Atendentes não são bloqueados por este Termo — eles não podem assiná-lo, e travar quem não tem como resolver seria parar o consultório de quem já não decide sobre o tratamento dos dados.

Se o texto deste Termo mudar, o aceite anterior deixa de valer e o consentimento é pedido de novo. A verificação é feita pelo conteúdo exato do documento assinado, não por um número de versão.


1. Papéis (LGPD, art. 5º, VI e VII)

  1. Você é o controlador dos dados dos seus pacientes: decide as finalidades e os meios do tratamento e responde pela base legal, inclusive quanto ao dado de saúde (art. 11 da LGPD).
  2. Nós somos a operadora: tratamos esses dados por sua conta e ordem, nos limites deste Termo. Ativar um módulo de IA e aceitar este Termo constitui a instrução documentada de que trata o art. 39 da LGPD.
  3. Os subprocessadores da seção 2 tratam os dados por nossa conta e ordem, sob os mesmos limites, permanecendo nós responsáveis perante você. Você não contrata o parceiro: quem o contrata somos nós, e é a nós que você cobra.
  4. Ao ativar um módulo de IA que grave a consulta, você declara que obteve dos seus pacientes o consentimento para essa gravação — e responde por ele, na qualidade de controlador.

1.1. A declaração do item 4, e por que ela cabe a você

Ela não é uma formalidade que inventamos para nos proteger: é a consequência direta dos itens 1 e 2. Quem decide gravar a consulta é você; quem está na sala com o paciente é você; e a relação que autoriza a gravação é a sua. Nós não temos como pedir esse consentimento no seu lugar — e simular que temos produziria a pior prova possível numa auditoria: um registro nosso afirmando algo que só aconteceu, ou não, dentro do seu consultório.

Seja preciso sobre o que está declarando, porque é uma afirmação sua sobre a sua prática: ao ligar a gravação, você está dizendo que já obteve dos seus pacientes o consentimento para gravar a consulta — não que pretende obtê-lo. A colheita, a forma e a guarda desse consentimento seguem sendo suas, como já são para o prontuário, e nada aqui substitui as regras do seu conselho profissional sobre gravação de atendimento.

A prova da declaração é o seu aceite deste Termo. Ficam registrados a versão, o resumo criptográfico do texto exato que você leu, a data e a origem do aceite (seção 12). É essa linha que demonstra, depois, o momento em que você declarou ter o consentimento dos seus pacientes — e é ela que responderá por você se alguém perguntar.

Hoje não existe módulo que grave a consulta, e o item 4 fica aqui pelo que ele fixa: a regra que um módulo desses terá de cumprir no dia em que existir. Enquanto não existir, não há nada a declarar e nada a ativar.

Este documento é, na prática, o adendo de tratamento de dados do recurso de IA: em caso de conflito com os demais documentos quanto ao tratamento por IA, prevalece ele.

2. Subprocessadores

  • GBS/Olympus — olympuss.com.br, Brasil. É o parceiro de inteligência artificial: o sistema que lê a mensagem do paciente e responde por você no WhatsApp do consultório. Recebe o corpo inteiro de cada mensagem que chega no número do seu consultório — o texto e também a mídia: áudio, foto, vídeo e documento, inclusive exame fotografado —, além de avisos sobre o estado do canal (o número caiu, a mensagem foi entregue). Recebe também, quando consulta a sua base pela nossa API, o que a seção 6 descreve. Trata os dados em território nacional.
  • Amazon Web Services (AWS) — região de São Paulo (sa-east-1). Já é o subprocessador de infraestrutura da Plataforma e, aqui, é onde ficam armazenados os arquivos de mídia recebidos por WhatsApp, inclusive os áudios. Não é operador novo e não processa nada por inteligência artificial: guarda, como já guardava antes.

A Anthropic, PBC e o AWS Transcribe saíram desta lista. Eram os subprocessadores da nossa própria IA — o primeiro fornecia os modelos de linguagem, o segundo transcrevia as mensagens de voz. Com a retirada da nossa IA, nenhum dos dois recebe mais nada.

Não há outros subprocessadores no caminho da IA. A inclusão de qualquer um exige nova versão deste Termo — e, portanto, novo aceite seu antes de a IA voltar a operar.

3. Onde os dados são tratados

Em território nacional, e é uma mudança a seu favor. A versão anterior deste Termo descrevia uma transferência internacional: as chamadas ao modelo de linguagem saíam do Brasil e eram processadas nos Estados Unidos, com base no art. 33, II, "a" da LGPD. Essa transferência não existe mais, porque o recurso que a produzia não existe mais.

O que ficou no lugar não é uma promessa mais frouxa: é a ausência do risco. Não há fronteira a atravessar, não há cláusula contratual a sustentar a travessia e não há regime estrangeiro a que os dados dos seus pacientes fiquem expostos.

Isso não quer dizer que o dado ficou parado. Ele sai da Plataforma e vai para o sistema do parceiro, em mais formatos do que antes (seção 4). O que mudou é o destino, não a existência da saída — e é por isso que este Termo continua sendo pedido a você.

Se algum dia o tratamento por IA voltar a sair do país, este texto muda e o seu aceite é pedido de novo, antes de a mudança valer para você.

4. O que atravessa, e sem máscara nenhuma

O que sai da Plataforma para o parceiro é a mensagem como ela chegou, dentro de um envelope com o horário e a espécie do evento. Não há substituição de identificador em nenhum ponto: o nome do paciente, o telefone, e tudo o mais que ele próprio escrever na conversa saem como estão.

Até a versão 1.7 deste Termo havia uma máscara, que trocava o nome do paciente por um marcador antes do envio. Ela foi removida em agosto de 2026 porque fazia a IA errar a pessoa — sem o nome à vista, não havia como conferir se o paciente pedido era o paciente encontrado, e em 27 de agosto de 2026 isso produziu, em atendimento real, a confirmação de um paciente com o sobrenome errado. A máscara não voltou, e não há máscara no caminho do parceiro.

O consultório, esse sim, vai pseudonimizado. O envelope identifica a sua conta por um rótulo derivado, não pelo nome do consultório nem pelo identificador interno dele. É o que permite ao parceiro separar as contas sem receber a nossa chave primária.

O que NÃO sai por este caminho: prontuário, evolução, diagnóstico, receita, documento emitido, dado financeiro e qualquer coisa que não tenha sido escrita ou enviada pelo paciente naquela conversa. O repasse entrega a conversa do WhatsApp; não abre a sua base. O que o parceiro alcança da sua base é só o da seção 6, e por outra porta.

Há um teto técnico: mensagem acima de 8 MB não é entregue, e a falha fica visível na tela em vez de sumir em silêncio.

4.1. Se você não concorda com isso

O recurso é opcional e desligá-lo não afeta nada do resto da Plataforma. Quem não quiser que a conversa dos seus pacientes — com o áudio e as imagens dela — saia da Plataforma deve manter o repasse desligado: a agenda, o prontuário, o Live Chat e todo o restante do sistema continuam funcionando igual, e as mensagens seguem chegando para a sua equipe responder.

5. Voz e imagem: o que mudou, e por que pesa

Esta é a seção mais sensível deste documento, e ela mudou de lado. Até a versão anterior, o áudio do paciente era transcrito por nós, dentro do Brasil, e só o texto seguia adiante — o arquivo nunca saía da Plataforma. Agora nós não transcrevemos nada, e o arquivo de áudio é entregue ao parceiro junto com o resto da mensagem.

O áudio é sensível em dois eixos ao mesmo tempo, e os dois continuam valendo:

  • o conteúdo é dado de saúde (art. 11 da LGPD); e
  • a gravação da voz é dado biométrico (art. 5º, II), sensível por definição própria, ainda que a frase seja "bom dia".

A imagem tem o mesmo peso. Paciente fotografa exame, receita antiga, lesão e documento, e manda no WhatsApp como quem manda um recado. Tudo isso atravessa agora.

O que ganhamos em troca, e é o que torna a decisão defensável: o destino é nacional (seção 3). O dado mais sensível que tratamos deixou de cruzar a fronteira — passou a circular em mais formatos, dentro do país, em vez de circular em um formato, fora dele. Você precisa saber dos dois lados para decidir, e é por isso que este documento voltou a pedir o seu aceite.

Não há mais chave de "desligar a escuta". Ela existia para impedir que a NOSSA IA ouvisse o áudio; sem IA nossa, não há o que desligar. O que existe é desligar o repasse inteiro (seção 11).

6. O que a IA do parceiro faz — e o que ela não faz

Além de receber as mensagens, o parceiro consulta a sua base pela nossa API, com uma credencial que é da sua conta e alcança somente ela. O que essa credencial alcança é decidido por nós, rota a rota, e o padrão é não alcançar: o que ninguém liberou expressamente fica fechado.

Hoje ela pode, em LEITURA: ver a agenda, os horários livres, os profissionais, os serviços e preços particulares e os convênios aceitos; e localizar o cadastro de um paciente (identificação, contato, convênio). Em ESCRITA: cadastrar paciente novo, marcar, remarcar e desmarcar consulta.

Não alcança hoje, por construção:

  • prontuário, evolução, diagnóstico e receita, nem emite qualquer documento clínico;
  • nada do financeiro — nem para ler o faturamento do consultório, nem para lançar despesa, receita ou pagamento;
  • o saldo em aberto de um paciente;
  • dados de outra conta que não a sua.

6.1. O que pode vir a ser ligado — e só por você, ação por ação

Está decidido que a IA do parceiro poderá alcançar mais do que alcança hoje, e que quem decide o que ela alcança em cada consultório é o titular daquele consultório — do mesmo jeito que hoje se decide o que cada atendente pode fazer. Isso ainda não existe na Plataforma, e esta seção fixa a regra que ele terá de cumprir quando existir:

  1. Nasce desligado. Nenhuma permissão nova é concedida por nós, por padrão ou em massa. Enquanto você não ligar, a IA responde que não tem acesso — e não há pergunta, insistência ou reformulação que contorne isso, porque a consulta sequer é oferecida a ela.
  2. É por ação, não em bloco. Dinheiro em leitura, dinheiro em escrita, saldo do paciente e conteúdo clínico são decisões separadas. Ligar uma não liga as outras.
  3. É reversível a qualquer momento, e desligar vale a partir do desligamento.
  4. O conteúdo clínico é o caso mais pesado da lista, e merece ser lido duas vezes: liberá-lo significa que evolução, prontuário e diagnóstico do seu paciente passam a ser legíveis pelo sistema do parceiro, com o nome do paciente junto. É decisão sua, não nossa, e este Termo não a toma por você — ele apenas a torna possível.

Enquanto essa régua não existir na tela, nada do item 4 é alcançável, e o que vale é a lista fechada da seção 6.

6.2. A responsabilidade profissional continua sendo sua

A IA é ferramenta de apoio administrativo e não substitui julgamento clínico, avaliação profissional ou o dever de supervisão sobre o atendimento prestado em seu nome.

7. O que a IA faz na sua conta fica na sua trilha

Toda alteração feita pela IA do parceiro entra na mesma trilha de auditoria que você já consulta, marcada com a credencial que a fez e com o nome dela — não como se tivesse sido você. Não é um relatório à parte: é a mesma tela em que você vê o que cada atendente fez, e ela responde "o que a integração fez ontem?" com a mesma precisão.

Essa marca também é o que delimita o estrago se uma credencial vazar: dá para dizer exatamente quais linhas vieram por ela.

8. Seus deveres como controlador

  1. Informar aos pacientes que o atendimento é feito por inteligência artificial. O dever de transparência (art. 6º, VI, da LGPD) é do controlador, e o contato com o paciente é seu. Recomendamos que a informação seja dada na primeira mensagem da conversa e conste dos avisos do consultório.
  2. Garantir a base legal do tratamento dos dados que insere na Plataforma.
  3. Não usar o recurso para finalidade diversa da gestão do seu atendimento, nem inserir na conversa dado de terceiro sem amparo.

9. Revisão humana (LGPD, art. 20)

Decisões tomadas com apoio da IA — por exemplo, o horário oferecido ou o agendamento registrado — podem ser revistas por você a qualquer momento, pelas telas normais da Plataforma. A conversa inteira, com tudo o que a IA respondeu, fica visível no Live Chat, e qualquer pessoa da sua equipe pode assumir e responder ali mesmo.

O que ainda NÃO existe, e é melhor você saber por aqui do que descobrindo: não há hoje um comando que faça a IA do parceiro se calar numa conversa específica. Quem interrompe é você, desligando o repasse (seção 11), e isso vale para a conta inteira, a partir da próxima mensagem. Quando esse comando existir, ele virá em nova versão deste Termo.

10. Retenção, e o que não fazemos

  • Conversas. As mensagens de WhatsApp seguem a política de retenção do Live Chat: por padrão 180 dias, após os quais mensagens e mídias são apagadas. O prazo é configurável pela Operadora e vale para todo o histórico, com ou sem IA.
  • O que é entregue ao parceiro não é guardado por nós uma segunda vez. A mensagem repassada não vira cópia nossa, não vai para registro técnico e não vai para log. O que guardamos de cada entrega são metadados: a espécie do evento, se deu certo, quantas tentativas, o código de resposta, o motivo da falha, a duração e os horários. Nunca o conteúdo.
  • A resposta do parceiro é descartada sem ser lida.
  • Registro de uso da nossa IA: deixou de existir, junto com a IA que ele media. Não há mais consumo a apurar nem crédito a debitar.
  • Gravação da consulta. Não existe módulo que grave a consulta. Se um vier a existir, o áudio e a transcrição terão prazo de guarda próprio, declarado em nova versão deste Termo antes de valer para você, e limitado a até 30 dias — teto que este documento já assinou e que uma versão futura pode encurtar, nunca esticar em silêncio.
  • Não treinamos modelo algum com os seus dados — nossos ou de terceiros — e não autorizamos o subprocessador a fazê-lo.
  • Não usamos dados de pacientes fora da sua conta. O isolamento entre contas é aplicado no próprio banco de dados, e vale igualmente para a IA.

11. Como interromper

Você pode interromper o tratamento por IA a qualquer momento:

  • desligando o módulo de IA na sua conta — o tratamento descrito aqui só ocorre enquanto houver módulo de IA ativo; ou
  • deixando de aceitar este Termo (ou uma nova versão dele): sem aceite vigente, a Plataforma recusa a execução de qualquer IA na conta e para de entregar qualquer coisa ao parceiro.

Nos dois casos a interrupção é conferida a cada entrega, e não uma vez no começo: a mensagem seguinte já não sai. O restante da Plataforma segue funcionando e nenhum dado já registrado é apagado por causa da interrupção — a exclusão segue as regras dos Termos de Uso e da Política de Privacidade.

O que a interrupção não alcança: o que já foi entregue ao parceiro antes dela. Esse dado está com ele, sob o contrato que temos com ele, e a exclusão dele se pede a nós, pelo canal da seção 13.

12. Prova do aceite

Registramos, de forma imutável, qual versão deste Termo você aceitou, o resumo criptográfico do texto exato apresentado, a data e a origem do aceite. É o que permite reexibir, no futuro, precisamente o documento que foi assinado.

13. Contato

Encarregado pelo Tratamento de Dados (art. 41 da LGPD): Kevin Gomes — contato@clinias.com.br. Telefone e WhatsApp: +55 (19) 98717-2094.

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